As vantagens de investir em Previdência Privada ainda na juventude

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A aposentadoria costuma ser um momento delicado nas finanças do trabalhador. Principalmente porque, dependendo do tempo e do valor recolhido, o montante pago pelo INSS pode impedir o mesmo padrão de vida dos anos anteriores. Além disso, sem contar com as mudanças de regras no tempo de contribuição e nos cálculos empregados.

Com essa visão, o segmento de Previdência Privada não para de crescer. Em 2020, foram arrecadados R$ 70,4 bilhões, aumento de 31,5% em relação a 2011. De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), foi o maior crescimento de recursos desde 2004.

Muitas pessoas pensam que iniciar investimentos para a aposentadoria é algo a se pensar quando se está mais velho, mas para o mercado financeiro, nunca é cedo para começar a investir. Além disso, em um cenário onde somente 1% dos aposentados são independentes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é necessário que os jovens se preocupem quanto antes para não passar aperto na aposentadoria.

A importância da Previdência Privada para jovens

A Previdência Privada para jovens é uma alternativa viável para não depender dos benefícios do governo, que estão cada vez mais voláteis. Mesmo que esteja longe da aposentadoria, na Previdência Privada quanto mais prazo, maior rentabilidade. Esse é um dos pontos principais para o jovem iniciar sua jornada no setor.

Mais prazo e, também, mais rentabilidade

Com mais tempo de contribuição, o período de acumulação de recursos é muito maior. Em paralelo, os planos previdenciários não possuem tributação durante essa fase de acumulação. Ou seja, não existe “come cotas”, como acontece nos fundos de investimentos. Além disso, caso alguma coisa aconteça durante o investimento, ainda restará muito tempo para se recuperar de eventuais perdas, no longo prazo.

Estímulo à educação financeira

Nesse sentido, a Previdência Privada para jovens contribui para poupar de forma disciplinada, evitando o consumo desenfreado. No final das contas, isso permite um futuro repleto de possibilidades e, o melhor, sem dívidas desnecessárias. Além disso, como estamos na era digital, é fácil encontrar diversos materiais no Youtube, Instagram, Facebook e outros para auxiliar no início do investimento em Previdência Privada.

Benefício fiscal no Imposto de Renda (IR)

Depois de começar a trabalhar, chega a um momento que os rendimentos anuais são superiores a R$ 28.559,70. Deste modo, o cidadão deixa de ser isento do Imposto de Renda. Contudo, quem possui um plano previdenciário, pode dispor desse incentivo fiscal. Ou seja, a dedução de até 12% da renda bruta anual do IR, na declaração completa. Desta forma, o jovem poderá reinvestir a parcela que é deduzida anualmente, o que gera um bom juros, ao longo do tempo.

Independência financeira

A partir do momento que o jovem opta por investir em Previdência Privada, ele é obrigado a ter um controle financeiro para manter seus investimentos. Logo, ele acaba tendo um controle maior de seus gastos e atingindo sua independência financeira mais rapidamente. Portanto, a dica final para os jovens que iniciarão suas jornadas em Previdência Privada é pensar no longo prazo e acompanhar de perto a rentabilidade dos investimentos.

Previdência e influenciadores digitais

Segundo um levantamento da Anbima, divulgado este ano, os chamados “influenciadores digitais”, que falam sobre investimentos, ainda pouco exploram temas relacionados à criação de uma reserva de recursos para a aposentadoria.

Como o Mercado1Minuto apontou aqui, o levantamento identificou 1.011 publicações sobre temas relacionados à previdência e à aposentadoria, como FGTS, INSS, seguro privado, VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) ou PGBL (Plano Garantidor de Benefícios Livres). Para efeito comparativo, foram 4.482 posts sobre renda fixa (Selic, poupança e Tesouro Direto) no mesmo período. A audiência alcançada com as duas temáticas, entretanto, foi semelhante: 6,2 milhões de seguidores* para assuntos de previdência e 6,1 milhões em renda fixa.

Com isso, os dados relatam que em um universo de 270,7 mil publicações feitas entre janeiro e julho, apenas 1.011 trataram de alguma maneira sobre o assunto, ou 0,37% do total. A pesquisa da Anbima acompanhou 266 influenciadores que abordaram temas relacionados a assuntos financeiros nas redes sociais (Instagram, Twitter, Youtube e Facebook). Desta numeração, 51% trataram de previdência.

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