Fleury divulga lucro de R$ 118,6 milhões no 1T21

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Fleury divulga lucro de R$ 118,6 milhões no 1T21 Divulgação | Fleury
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A rede de laboratórios Fleury (FLRY3) divulgou, na noite desta quinta-feira (29), ter registrado um lucro líquido de R$ 118,6 milhões no 1T21 - montante 102% superior ao do mesmo período de 2020.

A receita líquida foi de R$ 893,8 milhões, número 25,2% acima do computado no trimestre do ano passado. Já o Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações) foi de R$ 285,5 milhões - aumento de 45,7% comparado ao primeiro trimestre de 2020.

"Importante dizer que além desse forte crescimento registrado no trimestre, mantivemos resultados robustos. O Ebitda aumentou 45%, se comparado ao mesmo período de 2020, alcançado 285,5 milhões de reais, e o lucro chegou a 118,6 milhões de reais – 102% superior ao resultado do primeiro trimestre do ano passado", ressaltou a empresa no comunicado aos acionistas.

No 1T21, a receita bruta total apresentou um crescimento de 25,1%, atingindo R$ 964,3 milhões, com participação das Unidades de Atendimento apresentando redução de 84% para 83% no período.

Receita Bruta Total

Nos três primeiros meses de 2021, o número de atendimentos orgânicos atingiu 1,6 milhão, crescimento de 34,0% em relação ao ano anterior. Segundo a empresa, o aumento reflete a alta demanda registrada no trimestre, na continuidade do forte volume de exames eletivos nas Unidades de Atendimento, bem como da contribuição dos testes de Covid-19 no período.

Pelo quarto trimestre consecutivo, o atendimento móvel apresentou um crescimento relevante equivalendo a 7,7% da Receita Bruta (ganho de 86% no 1T21).

Principais destaques:

  • Receita Bruta atingiu o segundo maior nível histórico no trimestre, totalizando R$ 964,3 milhões, crescimento de 25,1% no 1T21.
  • Atendimento Móvel apresentou crescimento relevante pelo quarto trimestre consecutivo, correspondendo a 7,7% da Receita Bruta, ganho de 86% no trimestre.
  • Desde o início da pandemia, foram realizados aproximadamente 2,7 milhões de exames para Covid-191, sendo 1,3 milhão RT-PCR e 1,4 milhão sorologias. No trimestre, volume de exames realizados foi de 597 mil.
  • Serviços de Telemedicina em plena expansão, com mais de 300 mil consultas realizadas por meio da Saúde iD.
  • EBITDA de R$ 285,5 milhões (+45,7%), com margem de 31,9% (+450 bps) no 1T21.
  • Lucro Líquido de R$ 118,6 milhões (+102,0%), com margem líquida de 13,3% (+505 bps) no 1T21.
  • Geração de Caixa Operacional de R$ 199,2 milhões (+52,2%) no 1T21.
  • Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) sem Ágio, considerando os efeitos do IFRS-16 de 47,2%.
  • NPS apresentou melhora em relação ao 4T20, atingindo 73,1% nas Unidades de Atendimento e 81,5% no atendimento móvel no 1T21, resultado dos esforços contínuos na melhoria do nível de serviços em nossas unidades.

Novas frentes de negócios

No início de abril, a companhia anunciou a compra de 66,7% da rede paulista Vita, referência em consultas e cirurgias ortopédicas, assim como sessões de reabilitação. De acordo com o grupo Fleury, parte relevante do investimento será destinada a expansões orgânicas e inorgânicas dos serviços de ortopedia no país, além de "posicionar a companhia com uma oferta ainda mais robusta nessa especialidade, que já conta com o Centro Avançado de Diagnóstico por Imagem Osteomuscular e o Day Clinic".

No trimestre, os investimentos apresentaram aumento de 26,0%, atingindo R$ 51,3 milhões. Os investimentos na linha de Novas Unidades, Expansão de Oferta em Unidades Existentes e Áreas Técnicas apresentaram aumento de 87,5%, principalmente relacionados aos investimentos realizados em expansão de oferta nas unidades existentes, nova unidade do Centro de Medicina Reprodutiva Fleury, e também dos custos de integração das empresas adquiridas.

+Q1Minuto

Aprenda mais sobre como aproveitar o crescimento perene de empresas que atuam na área da Saúde ouvindo o episódio do podcast +Q1Minuto sobre o assunto. O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, mergulha no tema e explica de forma mais ampla como os investidores podem se orientar na escolha de papéis que tornem a carteira de ativos mais resistente ao sobe e desce da bolsa de valores.

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